Você sabe: um capitão eterniza momentos. E se estatiza nele. Ele vira aquele momento. Ganha outra vida.
Carlos Alberto foi escolhido por Deus para simbolizar “O MOMENTO” que sintetiza a maior seleção da história do futebol. A imagem é clara. Hoje, talvez ela fosse um GIF. O toque de bola do time inteiro em minutos, a entortada de Tostão, a armação de Gérson, a genialidade de Pelé num toque. O som da bola à grama lentamente, traduzida do futebolês dizia “faz capitão”. A jogada do século era telegrafada por Deus em solo mexicano.
A sincronia não mentia. As passadas pareciam ter sido programadas antes até o chute seco. Talvez tenha sido. Certamente.
Ao vencer uma batalha, o capitão simboliza e vira símbolo. 

É aniversário do capita. Queria estar no Azteca pra poder parabeniza-lo. Ele continua lá. Só quem respira o futebol pode vê-lo. Ele vai permanecer ali por muito tempo. 

Parabéns, C.A. Torres! 
Daniel Braune #coluna13 

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